domingo, 18 de agosto de 2013

O LADO POÉTICO DO MEU FILHO ANDRÉ LUIZ

Victor Hugo (meu neto) e Ana Beatriz (minha neta), filhos de André Luiz


Meu filho nº8, André Luiz, foi pai pela segunda vez, recentemente. E me fez lembrar o que escreveu para mim, no seu livro “Girassóis Amarelos buscam rimas ideais enquanto lavam almas” e que transcrevo abaixo:

“Pai

Não há distância que me tire teu nome

Nem ausência que me tire teu respeito

Não há saudade que me tire teu rosto

Nem inconstância que me tire teu amor

Da mesma forma que não estais aqui

Lembro da tua mão que me trazia pelo caminho

Da mesma forma que sumiste um dia

Lembro do teu colo que me fazia dormir

Eu cresci e me tornei pai

E senti na pele a ausência do meu filho

Mas ainda tenho a sorte dele estar por perto

Por isso não o deixo longe por nada...

Não há distância,

Não há ausência,

Nem saudade

Que me faça, Pai,

Deixar de te amar tanto...”

O livro me foi entregue no dia 30 de março de 2007, com a seguinte dedicatória: “Pai, a felicidade maior é saber que muitas palavras foram aprendidas ouvindo tua voz e admirando tua profissão e tua vida. Obrigado, teu filho que te ama. Saudades.”



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