quinta-feira, 30 de maio de 2013

UMA BELA HISTÓRIA (VERÍDICA) DE AMOR AOS ANIMAIS

O gatinho Floquito

Brasileiros adotam gato em viagem à Ásia
Um casal de namorados brasileiros que está viajando pela Oceania e pela Ásia vai voltar com um “souvenir” diferente: um gato que os dois encontraram pelo caminho em uma rua de uma cidade do Laos.
O filhote chamou a atenção dos jornalistas Carolina Vila-Nova, de 37 anos, e Solly Boussidan, de 33, no dia 6 de abril. Eles iam para um bar na cidade de Luang Prabang quando o viram em uma calçada e perceberam que estava doente e com febre.
Depois de muitas idas e vindas e de não conseguirem lugar para deixar o gato, resolveram levá-lo com eles para o restante da viagem pelo Sudeste Asiático.
O gato foi batizado de Floquildo Laotiano (inicialmente, Floquilda Laotiana, pois eles achavam que se tratava de uma fêmea).
Em uma caixa de papelão com buracos improvisados – e posteriormente em uma caixa de transporte que adquiriram –, o bichinho acompanhou os novos donos brasileiros pelas sinuosas e esburacadas estradas da região, em viagens em minivans com até 12 horas de duração.
Na hora de sair do país, ficou escondido no ônibus enquanto Carolina, Solly e os demais passageiros passavam as bagagens por um aparelho de raios-X. “Foi assim que o gatinho foi ‘contrabandeado’ para dentro do Vietnã”, contou Carolina.
Depois de mais de um mês de viagem com Floquildo, o casal resolveu enviá-lo para o Brasil. O problema eram os custos da viagem: cerca de US$ 2 mil (R$ 4 mil), entre passagem, documentos e atenção veterinária.
“Acabamos nos apegando muito ao gatinho, e ele a nós. Se não estivéssemos viajando há tanto tempo, teríamos condições de bancar a viagem dele, mas infelizmente precisamos das doações”, diz Carolina.
Eles criaram, então, a campanha “Ajude Floquildo a ganhar um lar brasileiro”, para arrecadar o valor e doar o restante para uma ONG brasileira de adoção de gatos.
Conseguiram mais do que o necessário em 36 horas, e agora estão readaptando os planos de viagem para que ele volte na cabine com Carolina, que vai ficar com ele quando voltar.
“Nossa ideia inicial era que ele viajasse sozinho, porque queríamos prosseguir viagem por mais um mês. Mas os custos seriam astronômicos. Por isso, uma empresa que contatamos e que se compadeceu da história toda nos recomendou que ele venha como ‘bagagem acompanhada’”, diz Carolina.
Monges
Carolina e Solly estão viajando juntos desde agosto do ano passado, e já passaram por destinos como Fiji, Samoa, Tonga, Nova Zelândia, Austrália, Tailândia e Mianmar.
fonte: internet

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