sábado, 6 de maio de 2017

ESPIRITISMO COM JOANA DE ÂNGELIS


Você já pensou por que nascem bebês com sérias doenças ou deficiências? Ou por que crianças sofrem acidentes ou desencarnam?

O Espiritismo nos dá explicação para isso: todos somos Espíritos imortais e esta não é a primeira reencarnação de nenhum de nós.
Viemos para aprender, resgatar e evoluir.
Estes que vêm com dificuldades são Espíritos em expiação (resgatar atitudes equivocadas de uma existência passada);
Em prova (oportunidade para acelerar sua evolução) ou em missão 
(mostrar como é possível superar os obstáculos com força de vontade e sem revolta).
De qualquer forma é a Justiça e a Bondade de Deus permitindo a seus filhos que cresçam em sabedoria e amor, através da reencarnação, para a conquista da plena felicidade.


(fonte: Seara Espírita)

segunda-feira, 1 de maio de 2017

ELA HAVIA PERDIDO A ESPERANÇA DE, UM DIA, ENCONTRAR SEU GATO DESAPARECIDO - 15 ANOS DEPOIS RECEBE LIGAÇÃO CHOCANTE

É um sentimento horrível saber algo que pertence a você sumiu. É como se uma parte de você tivesse ido embora e, a menos que você encontre o que perdeu, sua vida pode parecer ficar incompleta por um período de tempo.
Quando uma pessoa ou um animal que você ama some, entretanto, é devastador e geralmente muda a sua vida. Você fica cheio de perguntas sem resposta e nunca tem certeza se algum dia isso vai acabar.
Tori Takayesu, que vive na ilha Havaiana de Maui, perdeu sua estimada gata, James, há 15 anos, e isso deixou sua família desolada. Eventualmente, eles superaram o choque inicial da perda, e a vida seguiu em frente. Então, um dia, ela recebeu uma ligação muito estranha da Maui Humane Society, e teve dificuldades em acreditar no que lhe disseram…

15 anos atrás, Tori Takayesu, residente de Maui, era dona de uma gatinha malhada, com padrão de pelagem tortoiseshell, chamada James. James zanzava por aí do jeito que bem queria durante o dia e a noite, até que, um dia, ela não retornou para casa.
Tori deu a ela o nome James por causa de um personagem do programa favorito de seu filho, Thomas the Tank Engine.
Ela e a família passaram um mês andando pelas ruas de Maui à procura de James, mas foram forçados a finalmente aceitar o fato de que ela talvez nunca mais retornasse para casa.
Numa tarde qualquer, 15 longos anos após o sumiço de James, Tori recebeu uma ligação da Maui Humane Society. Eles tinham tinham notícias muito interessantes, embora simplesmente desconcertantes, para Tori.
A humane society disse que haviam encontrado a gata dela, James, e queriam que Tori fosse buscá-la. Tori ficou completamente confusa e imediatamente supôs que eles haviam ligado para o número errado.
O abrigo continuou ligando para Tori, que eventualmente foi buscar a gata, para que ela pudesse ter um lar amoroso, e não por acreditar que se tratava de James. Mas quando ela chegou e viu quem estava esperando por ela, ela não conseguiu acreditar em seus próprios olhos!

Era James! Ela estava, obviamente, muito mais velha, mas ainda era fofa do jeito que Tori lembrava. Graças a um microchip e um número de ID que estava tatuado na sua orelha direita, James conseguiu se reunir com a dona. Tori ficou abismada, mas muito feliz por ter James de volta…Mesmo 15 anos depois!
Essa história emocionante é um ótimo lembrete de que não dá para saber aonde a vida vai nos levar. Esperamos que James decida zanzar mais por perto de casa dessa vez.


Fonte: Wamiz.com.br

quarta-feira, 19 de abril de 2017

O ALAGOANO CÉLIO ROBERTO – O CANTOR CIGANO




1955/1956 – Nessa época eu estava servindo a Aeronáutica. Entre os novos amigos, um se destacava: Célio Mousinho. Servimos juntos, eu pela altura e Célio que, além de altura, tinha um excelente porte físico. Por essa razão fomos escolhidos para servir na PA (Polícia da Aeronáutica).

Durante esses dois anos eu, o Uchôa 096 e o Célio, o Mousinho 078, vivemos uma forte amizade. Célio, vez por outra, nos surpreendia com sua bela voz, cantando (mesmo sem acompanhamento musical) de preferência os sucessos italianos do momento.

Em 1956 terminava o nosso período de servir à pátria e voltamos à vida civil. Cada um para o seu lado. Não mais nos vimos. 26 anos depois, em 1982, eu estava exercendo minha função de diretor de programação da Rádio Difusora de Alagoas e, numa das viagens a São Paulo, a fim de gravar umas vinhetas para a programação, tive a feliz oportunidade de reencontrar meu amigo, agora o Célio Roberto, já com discos gravados e sucessos nas emissoras de rádio e televisão. Nosso encontro na capital paulista se deu em sua residência. E a conversa girou em torno da nossa vida militar e, claro, como estávamos atualmente.


De lá para cá, não vi mais o Célio e perdi novamente o contato com ele. Somente esta semana o descobri no Facebook. De imediato lhe enviei uma solicitação de amizade, que foi recebida por ele e estou aguardando outras notícias que, na certa,  virão do amigo. 
                   
Soldado Uchôa

segunda-feira, 17 de abril de 2017

AFINAL, PÉGO, PÊGO OU PEGADO ? TIRE A SUA DÚVIDA COM UM PROFESSOR

Sempre toquei no assunto, na minha página no Facebook, chamando a atenção para o uso de PÉGO ou PÊGO pelo pessoal que faz rádio e televisão, além de muita gente nas suas postagens. Sou totalmente contra o uso dessas duas palavras, quando o certo é PEGADO, mas continuam ferindo os nossos ouvidos. Resolvi então solicitar do Professor e Radialista Givaldo Kléber sua opinião sobre o assunto e ele nos deu uma verdadeira aula de português. Acompanhem, abaixo, a resposta que ele me enviou:
                                    Professor e radialista Givaldo Kléber Albuquerque Lima
                            

Meus caros: alguns (poucos) verbos de nossa língua têm um particípio curto, irregular, ao lado do particípio normal que todo verbo tem (em -ado ou -ido). Esses verbos são os famosos abundantes: PAGAR, pagado e pago; ACENDER, acendido e aceso; IMPRIMIR, imprimido e impresso; e assim por diante. Qualquer gramática razoável tem uma lista desses verbos. Cuidado, contudo, com o poderoso efeito da analogia, que pode criar (ou tentar criar) outros verbos abundantes. Isso já aconteceu com pegar. Para a língua culta formal, só existe pegado; o povo, por analogia com pagar criou pego, que ainda é visto com desconfiança pelos acadêmicos (pagar está para pagado e pago assim como pegar está para pegado e PEGO…).
Na esteira dessa analogia proporcional (X está para Y, assim como A está para B), já me perguntaram se trazer, além de trazido, tem a forma trago (!); se cegar, além de cegado, tem a forma cego; se pregar, além de pregado, tem a forma prego; se chegar, além de chegado, tem a forma chego. A resposta é NÃO para todos eles. Embora, a Lingüística ensina que "nada impede que venham a existir essas formas algum dia". O que diria um estudioso do século passado se lhe perguntassem se pegar tinha dois particípios? Claro que responderia que não, mal sabendo ele que o controvertido pego já vinha vindo a galope… E, se a forma PEGO chegar a ser oficializada, os estudiosos do assunto são unânimes em apoiar a forma fechada. Diga-se, desde já, para não haver dúvidas: a pronúncia aberta do verbo pegar (pégo),no particípio passado, é um modismo que, em época mais recente, vem-se alastrando entre os usuários do idioma, e isso por significativa influência do rádio e da televisão; mas essa pronúncia não encontra respaldo algum nas regras de ortoepia do vernáculo, nem entre os estudiosos do assunto. Algo mais, amigo, Rômulo Uchôa???


                            Givaldo Kléber Albuquerque Lima é: 
                                                  Programador na empresa Instituto Zumbi dos Palmares
                                                  Locutor Apresentador na Rádio Difusora de Alagoas
                                                  Programador na empresa Instituto Zumbi dos Palmares IZP Geral
                                                  Estudou Literatura na Instituição de Ensino Ufal
                                                  Estudou Português na Instituição de Ensino Letras
                                                  Estudou Letras na Instituição de Ensino Ufal
                                                  Frequentou a Escola Moreira e Silva
                                                  Especialização em Literatura e língua portuguesa pela 
Unicid (Universidade Cidade de São Paulo) e pela Academia Alagoana de Letras.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

UMA DATA MUITO ESPECIAL PARA MARCAR A VOLTA ÀS ATIVIDADES DO MEU BLOG

Hoje, 14 de abril, estou voltando às atividades do meu blog, após um longo período afastado.
Escolhi esta data por um motivo muito especial: uma triste lembrança de um 14 de abril de 2011, quando um grande amigo nos deixou, partindo para a eternidade. 
São passados exatos seis anos do falecimento de Carlos Alberto Siqueira Torres, o meu querido amigo Albertinho, como minha família o chamava. A notícia chegou ao meu conhecimento através de uma mensagem enviada por outro grande amigo, Gilberto Lima. Albertinho me acompanhou em grande parte da minha vida no rádio e na televisão de Maceió. Era um grande amigo. Sempre estávamos juntos. Era comum a alegria dele. Nunca o vi de cara feia. Sempre disposto a me ajudar a resolver os pequenos problemas que surgissem, com a maior boa vontade possível. Não recusava um pedido meu, seja ele qual fosse, a qualquer hora e em qualquer situação. Um amigo de verdade, daqueles em que a gente pode confiar. Por isso, e muito mais, sinto a sua falta, o seu carinho pela minha família, que também o admirava. Como faz falta as suas piadas, as suas imitações de companheiros do rádio, a sua constante alegria. Carlos Alberto Siqueira Torres viverá para sempre na nossa lembrança. Um dia, meu querido Albertinho, ainda nos encontraremos. Já dizia Chico Xavier: "aqueles a quem amamos nunca morrem, apenas partem antes de nós". Até breve, meu amigo de fé, meu irmão camarada.
Carlos Alberto na função de câmera-men na Tv Gazeta

 A MENSAGEM DEIXADA POR CARLOS ALBERTO:

 “A vida não é nada. A morte não é nada. Eu somente passei para o outro lado do caminho. Eu sou eu, vocês são vocês. O que eu era para vocês, continuo sendo. Me dêem o nome que vocês sempre me deram, falem comigo como vocês sempre fizeram. Vocês continuam vivendo no mundo das criaturas, eu estou vivendo no mundo do criador.Não utilizem um tom solene ou triste, continuem a rir daquilo que nos fazia rir juntos.Rezem, sorriam, pensem em mim. Rezem por mim. Que meu nome seja pronunciado como sempre foi sem ênfase de nenhum tipo. Sem nenhum traço de sombra ou tristeza. A vida significa tudo o que sempre significou, o fio não foi cortado.Porque eu estaria fora de seus pensamentos, agora que estou apenas fora de suas vistas? Eu não estou longe, apenas estou do outro lado do caminho. Você que aí ficou, siga em frente, a vida continua, linda e bela como sempre foi”.



                                               Carlos Alberto Siqueira Torres
                                                              
 25.12.1953
                                                                                  14.04.2011

JALON CABRAL FALA SOBRE CARLOS ALBERTO:

29 de Abril de 2011   -  A ÚLTIMA PIADA – Postado no Blog do Jalon Cabral (http://www.qualquerinstante.com.br/)

Ele tinha sempre a ultima para contar para os amigos e colegas de trabalho. A piada contada nos seus mínimos detalhes pelo Carlinhos, ou Albertinho como também era conhecido, significava riso fácil e minutos de descontração para todos. Ainda no Hospital Geral do Estado, para onde foi conduzido em busca de socorro urgente após sentir-se mal, Carlinhos contou algumas piadas fazendo rir a todos que ao seu lado também buscavam atendimento médico. De repente, uma dor de cabeça penetrante lhe atingiu sem dó e nem piedade. Aí aconteceu o pior. Um acidente vascular cerebral, o popular derrame, tirou o Carlinhos da alegria derrubando-o sobre uma maca infame no corredor do HGE, deixando-o em coma. O nosso amigo e colega Carlos Alberto de Siqueira Torres não conseguiu fazer rir a morte traiçoeira que diuturnamente passeia pelos corredores do HGE. Sua voz silenciou para sempre, seus trejeitos de grande imitador e contador de piadas estabilizaram naquele fatídico dia. Hoje só resta para os familiares e amigos a saudade. Saudade daquele que, ao lado de Jorge Vilar (também em outro plano), Jalon  Cabral, Jalon Neto, Luilton Roosevelt, Valtenor Leoncio e Genaldo Ramalho, levaram muitas alegrias aos ouvintes do “Rabo de Palha”, programa critico-humorístico que era apresentado pela Radio Gazeta AM aos sábados. Deixo um recado pra você meu amigo Carlinhos, quando a gente se encontrar um dia, faço questão de ouvir a sua ultima piada.

                
Equipe do programa "Rabo de Palha" na Rádio Gazeta AM

"Tinha alguns defeitos como todos nós temos, mas como pai era dedicado, amoroso. Super pai... onde ele estiver estará sempre  cuidando de vcs." (Alba Menezes)




sábado, 6 de fevereiro de 2016

42 DIAS QUE VALERAM A PENA

Dr. Victor Hugo à direita e Dr. Alexandre à esquerda

Dr. Cesar, outro médico da equipe


Foram exatos 42 dias que passei internado no Hospital das Clínicas, no Recife. No dia da consulta com o Dr. Gustavo,  ortopedista,  ele solicitou alguns exames e, para isso, eu teria que ficar internado. A ida ao hospital era para realizar exames, mas fomos pegados de surpresa, eu e minha esposa Zilma, que sempre está ao meu lado em todas as horas. Fazer o quê?  Se é para cuidar da nossa saúde, que seja cumprida a ordem do especialista. Afinal ele é quem sabia da necessidade ou não do internamento e dos exames que deveriam ser feitos. E assim aconteceu. Com toda a documentação preparada pelo Dr. Victor Hugo, rumamos para o 9º andar e ocupamos a enfermaria 922, sendo no dia seguinte transferido para a de número 920. Os exames foram providenciados. Uma porrada de exames, diga-se de passagem. No final das contas, através de uma ressonância magnética, descobriram que eu estava com uma pequena infecção no osso do púbis, o que necessitaria usar uma medicação à base de antibióticos. E essa medicação somente poderia ser administrada por via endovenosa, uma vez que um dos antibióticos não tinha substituto em forma de comprimidos que pudesse  ser tomado na residência. Eram dois antibióticos, aplicados às 6 da manhã e 6 da tarde, através daquilo que popularmente é chamado de “atalho”. Fui “furado” diversas vezes em ambos os braços, mas as queridas enfermeiras faziam isso com o maior carinho, ainda bem.  Para resumir, tudo correu bem, graças a Deus, e após 6 semanas recebí a boa e tão esperada notícia de que estava tudo bem comigo e que eu poderia voltar para casa, o  que aconteceu no dia 22 de dezembro, pertinho do Natal. Durante esses 42 dias fizemos, eu e Zilma, inúmeras amizades com os médicos, enfermeiras e enfermeiros, que nos atendiam com muito carinho. Nessa oportunidade, agradeço o empenho dos Drs. Alexandre, Victor Hugo e Cesar, comandados pelo Dr. Gustavo Torres, pela maneira como se interessaram pelo meu problema de saúde. Saí do hospital com a saúde recuperada e hoje, segundo a revisão que me submeti, estou completamente curado e pronto para seguir cumprindo minha missão aqui na terra. Meus sinceros agradecimentos àqueles que torceram por mim e pediram, em suas orações, pela minha recuperação. Também aos que entraram em contato comigo, pelo Wattsapp, telefonemas e pessoalmente vieram até ao hospital. Muito obrigado a todos. Deus esteve e está no comando. antibiministrada via indovenosa gem. maria 922, sendo no dia seguinte transferido para a de nr i

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

O QUE ENSINA A NOVELA (?) MALHAÇÃO DA GLOBO



O programa foi projetado, creio eu, para a diversão da classe jovem, além de ser uma escola de formação de atores e atrizes. Eram historias interessantes, sem maldades, que podiam ser assistidas por menores de 10 anos. Mas isso não vem acontecendo. Malhação tornou-se uma novela comum, mais uma novela na programação da Globo que se especializou em dramas onde a tônica é traição, sexo, crimes, ciúmes etc... Agora, segundo pude observar num final dos capítulos, estão até ensinando como se faz para enganar os pais e transar, em casa mesmo, enquanto estudam ou “fingem” estudar.  Assim aconteceu, quando a cena mostrou um dos atores “estudando” na casa da namorada e, em dado momento, deixou de lado o  estudo e partiu pra cima da garota, na cama, aos beijos e amassos. Horrível exemplo para a criança de 11/12 anos, que está assistindo a cena e vendo o pai da garota flagrar os dois aos beijos na cama. O que vai pensar uma garota, ao ver isso? Que é normal? Outra cena mostrou diálogo de ciúme entre um casal. Tudo porque ela reclamava que ele só poderia transar com ela e ele confirmava isso. São comuns as cenas de longos, mas longos mesmo, beijos entre  os atores. Nada contra o beijo, mas bem que eles poderiam maneirar. 

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

UM EXEMPLO PARA SER IMITADO


Animais que precisam de cirurgia são tratados
no ambulatório da prefeitura
(Foto: Bem Estar Animal/Divulgação)


A partir da segunda quinzena de julho deve começar a funcionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência Veterinário (Samuvet) em Florianópolis. De acordo com o diretor de Bem Estar Animal, João Eduardo Pereira Cavallazzi, o objetivo é ajudar cães, gatos e cavalos abandonados envolvidos em ocorrências como acidentes de trânsito. Somente integrantes da segurança pública poderão acionar o serviço.