quarta-feira, 19 de abril de 2017

O ALAGOANO CÉLIO ROBERTO – O CANTOR CIGANO




1955/1956 – Nessa época eu estava servindo a Aeronáutica. Entre os novos amigos, um se destacava: Célio Mousinho. Servimos juntos, eu pela altura e Célio que, além de altura, tinha um excelente porte físico. Por essa razão fomos escolhidos para servir na PA (Polícia da Aeronáutica).

Durante esses dois anos eu, o Uchôa 096 e o Célio, o Mousinho 078, vivemos uma forte amizade. Célio, vez por outra, nos surpreendia com sua bela voz, cantando (mesmo sem acompanhamento musical) de preferência os sucessos italianos do momento.

Em 1956 terminava o nosso período de servir à pátria e voltamos à vida civil. Cada um para o seu lado. Não mais nos vimos. 26 anos depois, em 1982, eu estava exercendo minha função de diretor de programação da Rádio Difusora de Alagoas e, numa das viagens a São Paulo, a fim de gravar umas vinhetas para a programação, tive a feliz oportunidade de reencontrar meu amigo, agora o Célio Roberto, já com discos gravados e sucessos nas emissoras de rádio e televisão. Nosso encontro na capital paulista se deu em sua residência. E a conversa girou em torno da nossa vida militar e, claro, como estávamos atualmente.


De lá para cá, não vi mais o Célio e perdi novamente o contato com ele. Somente esta semana o descobri no Facebook. De imediato lhe enviei uma solicitação de amizade, que foi recebida por ele e estou aguardando outras notícias que, na certa,  virão do amigo. 
                   
Soldado Uchôa

segunda-feira, 17 de abril de 2017

AFINAL, PÉGO, PÊGO OU PEGADO ? TIRE A SUA DÚVIDA COM UM PROFESSOR

Sempre toquei no assunto, na minha página no Facebook, chamando a atenção para o uso de PÉGO ou PÊGO pelo pessoal que faz rádio e televisão, além de muita gente nas suas postagens. Sou totalmente contra o uso dessas duas palavras, quando o certo é PEGADO, mas continuam ferindo os nossos ouvidos. Resolvi então solicitar do Professor e Radialista Givaldo Kléber sua opinião sobre o assunto e ele nos deu uma verdadeira aula de português. Acompanhem, abaixo, a resposta que ele me enviou:
                                    Professor e radialista Givaldo Kléber Albuquerque Lima
                            

Meus caros: alguns (poucos) verbos de nossa língua têm um particípio curto, irregular, ao lado do particípio normal que todo verbo tem (em -ado ou -ido). Esses verbos são os famosos abundantes: PAGAR, pagado e pago; ACENDER, acendido e aceso; IMPRIMIR, imprimido e impresso; e assim por diante. Qualquer gramática razoável tem uma lista desses verbos. Cuidado, contudo, com o poderoso efeito da analogia, que pode criar (ou tentar criar) outros verbos abundantes. Isso já aconteceu com pegar. Para a língua culta formal, só existe pegado; o povo, por analogia com pagar criou pego, que ainda é visto com desconfiança pelos acadêmicos (pagar está para pagado e pago assim como pegar está para pegado e PEGO…).
Na esteira dessa analogia proporcional (X está para Y, assim como A está para B), já me perguntaram se trazer, além de trazido, tem a forma trago (!); se cegar, além de cegado, tem a forma cego; se pregar, além de pregado, tem a forma prego; se chegar, além de chegado, tem a forma chego. A resposta é NÃO para todos eles. Embora, a Lingüística ensina que "nada impede que venham a existir essas formas algum dia". O que diria um estudioso do século passado se lhe perguntassem se pegar tinha dois particípios? Claro que responderia que não, mal sabendo ele que o controvertido pego já vinha vindo a galope… E, se a forma PEGO chegar a ser oficializada, os estudiosos do assunto são unânimes em apoiar a forma fechada. Diga-se, desde já, para não haver dúvidas: a pronúncia aberta do verbo pegar (pégo),no particípio passado, é um modismo que, em época mais recente, vem-se alastrando entre os usuários do idioma, e isso por significativa influência do rádio e da televisão; mas essa pronúncia não encontra respaldo algum nas regras de ortoepia do vernáculo, nem entre os estudiosos do assunto. Algo mais, amigo, Rômulo Uchôa???


                            Givaldo Kléber Albuquerque Lima é: 
                                                  Programador na empresa Instituto Zumbi dos Palmares
                                                  Locutor Apresentador na Rádio Difusora de Alagoas
                                                  Programador na empresa Instituto Zumbi dos Palmares IZP Geral
                                                  Estudou Literatura na Instituição de Ensino Ufal
                                                  Estudou Português na Instituição de Ensino Letras
                                                  Estudou Letras na Instituição de Ensino Ufal
                                                  Frequentou a Escola Moreira e Silva
                                                  Especialização em Literatura e língua portuguesa pela 
Unicid (Universidade Cidade de São Paulo) e pela Academia Alagoana de Letras.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

UMA DATA MUITO ESPECIAL PARA MARCAR A VOLTA ÀS ATIVIDADES DO MEU BLOG

Hoje, 14 de abril, estou voltando às atividades do meu blog, após um longo período afastado.
Escolhi esta data por um motivo muito especial: uma triste lembrança de um 14 de abril de 2011, quando um grande amigo nos deixou, partindo para a eternidade. 
São passados exatos seis anos do falecimento de Carlos Alberto Siqueira Torres, o meu querido amigo Albertinho, como minha família o chamava. A notícia chegou ao meu conhecimento através de uma mensagem enviada por outro grande amigo, Gilberto Lima. Albertinho me acompanhou em grande parte da minha vida no rádio e na televisão de Maceió. Era um grande amigo. Sempre estávamos juntos. Era comum a alegria dele. Nunca o vi de cara feia. Sempre disposto a me ajudar a resolver os pequenos problemas que surgissem, com a maior boa vontade possível. Não recusava um pedido meu, seja ele qual fosse, a qualquer hora e em qualquer situação. Um amigo de verdade, daqueles em que a gente pode confiar. Por isso, e muito mais, sinto a sua falta, o seu carinho pela minha família, que também o admirava. Como faz falta as suas piadas, as suas imitações de companheiros do rádio, a sua constante alegria. Carlos Alberto Siqueira Torres viverá para sempre na nossa lembrança. Um dia, meu querido Albertinho, ainda nos encontraremos. Já dizia Chico Xavier: "aqueles a quem amamos nunca morrem, apenas partem antes de nós". Até breve, meu amigo de fé, meu irmão camarada.
Carlos Alberto na função de câmera-men na Tv Gazeta

 A MENSAGEM DEIXADA POR CARLOS ALBERTO:

 “A vida não é nada. A morte não é nada. Eu somente passei para o outro lado do caminho. Eu sou eu, vocês são vocês. O que eu era para vocês, continuo sendo. Me dêem o nome que vocês sempre me deram, falem comigo como vocês sempre fizeram. Vocês continuam vivendo no mundo das criaturas, eu estou vivendo no mundo do criador.Não utilizem um tom solene ou triste, continuem a rir daquilo que nos fazia rir juntos.Rezem, sorriam, pensem em mim. Rezem por mim. Que meu nome seja pronunciado como sempre foi sem ênfase de nenhum tipo. Sem nenhum traço de sombra ou tristeza. A vida significa tudo o que sempre significou, o fio não foi cortado.Porque eu estaria fora de seus pensamentos, agora que estou apenas fora de suas vistas? Eu não estou longe, apenas estou do outro lado do caminho. Você que aí ficou, siga em frente, a vida continua, linda e bela como sempre foi”.



                                               Carlos Alberto Siqueira Torres
                                                              
 25.12.1953
                                                                                  14.04.2011

JALON CABRAL FALA SOBRE CARLOS ALBERTO:

29 de Abril de 2011   -  A ÚLTIMA PIADA – Postado no Blog do Jalon Cabral (http://www.qualquerinstante.com.br/)

Ele tinha sempre a ultima para contar para os amigos e colegas de trabalho. A piada contada nos seus mínimos detalhes pelo Carlinhos, ou Albertinho como também era conhecido, significava riso fácil e minutos de descontração para todos. Ainda no Hospital Geral do Estado, para onde foi conduzido em busca de socorro urgente após sentir-se mal, Carlinhos contou algumas piadas fazendo rir a todos que ao seu lado também buscavam atendimento médico. De repente, uma dor de cabeça penetrante lhe atingiu sem dó e nem piedade. Aí aconteceu o pior. Um acidente vascular cerebral, o popular derrame, tirou o Carlinhos da alegria derrubando-o sobre uma maca infame no corredor do HGE, deixando-o em coma. O nosso amigo e colega Carlos Alberto de Siqueira Torres não conseguiu fazer rir a morte traiçoeira que diuturnamente passeia pelos corredores do HGE. Sua voz silenciou para sempre, seus trejeitos de grande imitador e contador de piadas estabilizaram naquele fatídico dia. Hoje só resta para os familiares e amigos a saudade. Saudade daquele que, ao lado de Jorge Vilar (também em outro plano), Jalon  Cabral, Jalon Neto, Luilton Roosevelt, Valtenor Leoncio e Genaldo Ramalho, levaram muitas alegrias aos ouvintes do “Rabo de Palha”, programa critico-humorístico que era apresentado pela Radio Gazeta AM aos sábados. Deixo um recado pra você meu amigo Carlinhos, quando a gente se encontrar um dia, faço questão de ouvir a sua ultima piada.

                
Equipe do programa "Rabo de Palha" na Rádio Gazeta AM

"Tinha alguns defeitos como todos nós temos, mas como pai era dedicado, amoroso. Super pai... onde ele estiver estará sempre  cuidando de vcs." (Alba Menezes)




sábado, 6 de fevereiro de 2016

42 DIAS QUE VALERAM A PENA

Dr. Victor Hugo à direita e Dr. Alexandre à esquerda

Dr. Cesar, outro médico da equipe


Foram exatos 42 dias que passei internado no Hospital das Clínicas, no Recife. No dia da consulta com o Dr. Gustavo,  ortopedista,  ele solicitou alguns exames e, para isso, eu teria que ficar internado. A ida ao hospital era para realizar exames, mas fomos pegados de surpresa, eu e minha esposa Zilma, que sempre está ao meu lado em todas as horas. Fazer o quê?  Se é para cuidar da nossa saúde, que seja cumprida a ordem do especialista. Afinal ele é quem sabia da necessidade ou não do internamento e dos exames que deveriam ser feitos. E assim aconteceu. Com toda a documentação preparada pelo Dr. Victor Hugo, rumamos para o 9º andar e ocupamos a enfermaria 922, sendo no dia seguinte transferido para a de número 920. Os exames foram providenciados. Uma porrada de exames, diga-se de passagem. No final das contas, através de uma ressonância magnética, descobriram que eu estava com uma pequena infecção no osso do púbis, o que necessitaria usar uma medicação à base de antibióticos. E essa medicação somente poderia ser administrada por via endovenosa, uma vez que um dos antibióticos não tinha substituto em forma de comprimidos que pudesse  ser tomado na residência. Eram dois antibióticos, aplicados às 6 da manhã e 6 da tarde, através daquilo que popularmente é chamado de “atalho”. Fui “furado” diversas vezes em ambos os braços, mas as queridas enfermeiras faziam isso com o maior carinho, ainda bem.  Para resumir, tudo correu bem, graças a Deus, e após 6 semanas recebí a boa e tão esperada notícia de que estava tudo bem comigo e que eu poderia voltar para casa, o  que aconteceu no dia 22 de dezembro, pertinho do Natal. Durante esses 42 dias fizemos, eu e Zilma, inúmeras amizades com os médicos, enfermeiras e enfermeiros, que nos atendiam com muito carinho. Nessa oportunidade, agradeço o empenho dos Drs. Alexandre, Victor Hugo e Cesar, comandados pelo Dr. Gustavo Torres, pela maneira como se interessaram pelo meu problema de saúde. Saí do hospital com a saúde recuperada e hoje, segundo a revisão que me submeti, estou completamente curado e pronto para seguir cumprindo minha missão aqui na terra. Meus sinceros agradecimentos àqueles que torceram por mim e pediram, em suas orações, pela minha recuperação. Também aos que entraram em contato comigo, pelo Wattsapp, telefonemas e pessoalmente vieram até ao hospital. Muito obrigado a todos. Deus esteve e está no comando. antibiministrada via indovenosa gem. maria 922, sendo no dia seguinte transferido para a de nr i

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

O QUE ENSINA A NOVELA (?) MALHAÇÃO DA GLOBO



O programa foi projetado, creio eu, para a diversão da classe jovem, além de ser uma escola de formação de atores e atrizes. Eram historias interessantes, sem maldades, que podiam ser assistidas por menores de 10 anos. Mas isso não vem acontecendo. Malhação tornou-se uma novela comum, mais uma novela na programação da Globo que se especializou em dramas onde a tônica é traição, sexo, crimes, ciúmes etc... Agora, segundo pude observar num final dos capítulos, estão até ensinando como se faz para enganar os pais e transar, em casa mesmo, enquanto estudam ou “fingem” estudar.  Assim aconteceu, quando a cena mostrou um dos atores “estudando” na casa da namorada e, em dado momento, deixou de lado o  estudo e partiu pra cima da garota, na cama, aos beijos e amassos. Horrível exemplo para a criança de 11/12 anos, que está assistindo a cena e vendo o pai da garota flagrar os dois aos beijos na cama. O que vai pensar uma garota, ao ver isso? Que é normal? Outra cena mostrou diálogo de ciúme entre um casal. Tudo porque ela reclamava que ele só poderia transar com ela e ele confirmava isso. São comuns as cenas de longos, mas longos mesmo, beijos entre  os atores. Nada contra o beijo, mas bem que eles poderiam maneirar. 

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

UM EXEMPLO PARA SER IMITADO


Animais que precisam de cirurgia são tratados
no ambulatório da prefeitura
(Foto: Bem Estar Animal/Divulgação)


A partir da segunda quinzena de julho deve começar a funcionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência Veterinário (Samuvet) em Florianópolis. De acordo com o diretor de Bem Estar Animal, João Eduardo Pereira Cavallazzi, o objetivo é ajudar cães, gatos e cavalos abandonados envolvidos em ocorrências como acidentes de trânsito. Somente integrantes da segurança pública poderão acionar o serviço. 

quinta-feira, 19 de março de 2015

CÃES PRECISAM DE PELO MENOS 15 MINUTOS DE ATENÇÃO DIÁRIA

A médica Mirela Albuquerque, tutora de Boss, de 1 ano e 10 meses, notou melhora de comportamento depois que os passeios se tornaram diários. Foto: Alcione Ferreira/DP/D.A Press

Fonte: Myrela Moura - Diario de Pernambuco

Em muitas famílias de tutores de pets, é bastante comum que cães e gatos passem grande parte do dia sozinhos diante do ritmo de vida atual onde os donos geralmente trabalham, saindo pela manhã e retornando apenas no início da noite. Os felinos lidam melhor com esta “solidão” mas os cachorros geralmente sentem mais a falta das pessoas da casa. Os sentimentos mais comuns são ansiedade e tédio que, se não forem trabalhados, podem gerar transtornos de comportamento como agressividade e necessidade de chamar a atenção fazendo suas necessidades pela casa.

A ausência prolongada dos donos não precisa ser um transtorno nem para os cães nem para os donos, mas é preciso que o tutor esteja disposto a dedicar um tempo ao animal que escolheu para conviver. A correria do dia a dia não deve ser usada como desculpa para não criar um ambiente estimulante e agradável para o seu cãozinho. 

É importante que o dono passeie com o seu cão todos os dias, pelo menos 15 minutos, seja qual for a raça e mesmo que você more em lugares com bastante espaço.”O gasto de energia física e mental resolvem de 80 a 90% problemas comportamentais nos cães’,explica da treinadora comportamental Áina Bosch. “O gasto energético também se dá pelos estímulos dos seus instintos, então é possível ter uma casa grande e um cachorro ansioso. Ele precisa explorar novos ambientes e cheiros”, completa.

O tempo do passeio depende da raça e da observação dos níveis de energia que o cão tem. Um pug, por exemplo, precisa de 15 a 20 minutos de passeio, enquanto raças como yorkshire e poodle, precisam de 40 minutos. Após o passeio, o dono já nota o cão mais calmo, melhorando sua ansiedade e estresse.

A médica Mirela Albuquerque tem um Spitz Alemão (Lulu da pomerânia),o Boss, de 1 ano e 10 meses. Ele ficava muito tempo em casa já que ela e o marido passam muito tempo fora e a solução encontrada foi chamar um profissional para dar dicas de como ele poderia se manter ativo e compensar essa falta. “Não passeávamos muito, mas agora fazemos isso sempre. Ele também costuamava roer o pé da mesa,mas não faz mais isso desde que começamos a gastar mais a energia dele ”, conta. Boss hoje está um cão muito mais calmo e tem diversos brinquedos interativos que preenchem seu tempo quando seus donos não estão.

A treinadora alerta que atender às necessidades dos cachorros deve ser uma prioridade dos donos que não devem prejudicar o desenvolvimento dos pets por causa de uma rotina puxada. Os cachorros precisam de de estímulos físicos e mentais e eles podem estar presentes até na hora da alimentação. “O conceito de alimentação ativa consiste em fazer o cão trabalhar para poder comer,através de brinquedos interativos e que visam examente os cãos confinados”, conta Áina. 
Coloque dentro de um desses brinquedos desenvolvidos para ele comidinhas ou ração que o cão goste, dessa forma ele vai trabalhar para se alimentar e se distrair. Espalhe também comidinhas pela casa. Ele ficará entretido e feliz ao encontrá-las no decorrer do dia. Uma alternativa aos brinquedos interativos comprados em petshops é usar uma garrafa pet com um pequeno furo no meio e um pouco de ração. À medida que o cão empurra a garrafa, ela libera um pouco de comida, estimulando a continuar na brincadeira.

Cães que ficam muito tempo sozinhos também costumam sofrer de ansiedade de separação, que é quando o dono tem que sair para trabalhar. Você pode transformar esse momento para que fique mais ameno. Não dê atenção imediatamente quando chega ou logo antes de sair para trabalhar. Pode parecer cruel, mas o sentimento de pena faz com que muitos donos acabem cedendo e agachem para cumprimentá-lo, o que só favorece o seu estado de ansiedade. “Esse é um problema que as pessoas não levam a sério. Só pra ter ideia, quando o cão fica nesse estado frenético ocorre no seu organismo a liberação de toxinas que diminuem até o seu tempo de vida”, disse a treinadora Áina. 

É indicado que que você só fale com o cachorro quando ele se acalmar. Coloque um potinho na porta de saída e sempre dê alguma recompensa quando for sair. Dessa forma o cão vai entender que não estará “perdendo” com a sua partida e sim ganhando coisas deliciosas, como um osso ou algum petisco.